HISTÓRIAS

Migrações, Fronteiras Paula Cardoso Migrações, Fronteiras Paula Cardoso

Africano paga, mas não entra! Como as leis alimentam o extractivismo de Estado, e deixam estudantes à mercê de práticas extorsivas  

Enquanto o debate público sobre imigração se polariza cada vez mais, em torno de narrativas racistas e securitárias, o negócio das fronteiras soma e segue. E se lá atrás envolveu régua e esquadro, à medida de ganâncias imperiais, agora movimenta carimbos que reproduzem dinâmicas coloniais. A história do gambiano Momar Abdoulie Njie, já aqui partilhada na primeira pessoa, escancara as perversões de um sistema que transforma políticas de vistos em instrumentos extractivistas, que, sob o alto patrocínio do Estado, tanto alimentam redes criminosas como instituições públicas e privadas. É automático. Automático a exemplo dos mecanismos consulares que, em vez de darem resposta aos pedidos de esclarecimento do Afrolink, acrescentam novas camadas de encriptação.

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Literatura, Agenda Afrolink Literatura, Agenda Afrolink

Orlando Piedade lança “Portugal Preto - O Trilho dos Invisíveis”, na sexta-feira 

O escritor são-tomense Orlando Piedade apresenta na próxima sexta-feira, 2 de Outubro, às 18h, na Embaixada de São Tomé e Príncipe, em Lisboa, o livro “Portugal Preto – O Trilho dos Invisíveis”. Com apresentação da Professora Inocência Mata, o momento vai incluir momentos de poesia, a partir do contributo de Regina Correia. O Afrolink antecipa o que pode encontrar na obra, publicando um excerto da mesma.

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Denúncia, Imigração, Vistos Rede Afrolink Denúncia, Imigração, Vistos Rede Afrolink

“Lisboa – O outro lado da moeda” – exploração legalizada de estudantes africanos? 

Aspirante a documentarista, o gambiano Momar Abdoulie Njie iniciou, em Fevereiro, um processo de candidatura ao curso de Cinema e Televisão da ETIC - Escola de Tecnologias Inovação e Criação, em Lisboa. Sete meses e 4.192 euros de pagamentos depois, Momar continua na Gâmbia, enredado numa teia burocrática que expõe a desprotecção jurídica a que os estudantes africanos estão sujeitos, situação  agravada pela falta de respostas da ETIC, acusada pelo estudante de aproveitamento e coação financeira . Ao Afrolink, o gambiano lamenta que a comunicação social dedique tanto espaço à chamada crise migratória, e ignore o que acontece aos africanos que tentam migrar para a Europa legalmente. “Fazem-nos pagar milhares de euros a instituições de ensino para depois ficarmos enredados em burocracias e sistemas de vistos". Nesta história contada na primeira pessoa, Momar lança a questão: “Estará a arquitetura da migração legal europeia a permitir que instituições extraiam capital de candidatos africanos com zero prestação de serviços educativos e zero responsabilidade?” 

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Serviço, Telecomunicações Paula Cardoso Serviço, Telecomunicações Paula Cardoso

Entre a Europa e os PALOP há uma nova ligação – e dá muito que falar...e poupar 

Em época alta de viagens, o Afrolink foi conhecer uma proposta que facilita comunicações entre os países europeus e os estados africanos de língua oficial portuguesa. Chama-se PalopConnect e permite, por exemplo, aterrar em Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe já com acesso à internet a custos controlados, e sem filas nem cartões físicos. Contamos-lhe tudo o que precisa saber. 

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Futebol, História Negra Paula Cardoso Futebol, História Negra Paula Cardoso

Ausência que é Resistência - memórias de quando África boicotou o Mundial de Futebol  

Nesta semana em que se disputa a final do Campeonato do Mundo de Futebol, marcada, fora das quatro linhas, pelos protestos contra as políticas dos EUA e da FIFA, recordamos que, na contracorrente dos conformismos e medos que se alimentam e instigam aqui e ali, sempre houve quem tivesse resistido e combatido. Como as selecções africanas que, em bloco, recusaram participar no Mundial de Inglaterra de 1966, reconhecendo que o que estava em jogo, muito mais do que uma competição, era a dignidade de um continente inteiro. Olhando para esse exemplo, e perante um estado global de resignação e apatia que normaliza os crimes Trumpistas, importa reavivar a importância do boicote como via de contestação e transformação.  

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Opinião Afrolink Opinião Afrolink

Quando a gratuitidade não basta: o concerto d’ Os Tubarões e o acesso desigual à cultura

O Grande Auditório da Fundação Gulbenkian recebeu ontem, 12, um dos concertos mais aguardados da programação do “Jardim de Verão”: Os Tubarões, grupo histórico da música cabo-verdiana cuja trajetória se confunde com a história da Independência de Cabo Verde e da afirmação da identidade cultural africana de língua portuguesa. O concerto, de entrada gratuita, esgotou rapidamente. Mas o que ficou deste dia não foi apenas a celebração da música. Ficou também a desilusão de centenas de pessoas que não conseguiram assistir ao espetáculo, e uma questão que merece ser debatida: o acesso à cultura é verdadeiramente igual quando nem todos partem do mesmo ponto?

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Despertar Negro, Cidadania, Racismo estrutural Rede Afrolink Despertar Negro, Cidadania, Racismo estrutural Rede Afrolink

E se um dia o teu amor não voltasse a casa, que justiça reclamarias?Do bairro à prisão, nem mais um caixão!

Cerca de 1 milhão e 200 mil pessoas votaram num partido abertamente racista e xenófobo nas últimas Legislativas, transformando-o na terceira força política em Portugal. Os alarmes deveriam ter soado bem alto, mas, em vez disso, várias vozes se apressaram a absolver o eleitorado racista, justificando as suas escolhas com “zangas”, “ressentimentos” e “descontentamentos”.  Como se houvesse contexto capaz de tornar aceitável e até justificável o racismo e a xenofobia. Ou como se as pessoas escolhessem propostas racistas inocentemente e sem intenção. Afinal, garante o primeiro-ministro, em Portugal "o ódio e as questões raciais não têm uma natureza de preocupação”. Facto é que a aparente facilidade com que a extrema-direita mobiliza racistas e xenófobos no país contrasta com a dificuldade que o Grupo de Ação Conjunta contra o Racismo e a Xenofobia (GAC) enfrenta para juntar 20 mil assinaturas em defesa da criminalização do racismo. O Afrolink deixa-lhe com o essencial desta iniciativa do GAC, percorrida a partir dos esclarecimentos dos juristas Anizabela Amaral e Nuno Silva, que integram a campanha.

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Actualidade Afrolink Actualidade Afrolink

Isabél Zuaa cancelou espectáculo em Guimarães após ataque racista: “Ia levando com  o microfone na cabeça”

A noite desta quinta-feira, 11, deveria ter sido de estreia do espectáculo “Afro Saloyá”,  de Isabél Zuaa, em Guimarães, mas uma agressão racista, com ameaça física e tentativa de intimidação determinou o cancelamento da apresentação. Para que os factos não sejam distorcidos, a artista multidisciplinar explicou ao público do Pequeno Auditório do Centro Cultural Vila Flor a violência que sofreu durante os ensaios. “Ia levando com o microfone na cabeça”, contou, numa mensagem que o Afrolink partilha em vídeo.

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Opinião, Literatura Paula Cardoso Opinião, Literatura Paula Cardoso

Uma editora que só publica autores negros? Bem-vinda, Kiala! 

Olhamos para os catálogos dos grupos editoriais, percorremos a programação dos festivais literários, lemos páginas de divulgação e crítica de novos autores e o cenário mantém-se e ostensivamente branco. Da cor do país, dizem uns, rejeitando pintar Portugal a vários tons, sobretudo se estivermos a falar dos mais escuros. A recém-lançada Kiala assume o compromisso de destoar desta palete monocromática, agregando ao mundo editorial não apenas cores que não estão, mas cores que não se quer que estejam. Às páginas tantas, talvez se consiga perceber que o problema não é a Kiala existir. O problema é ter de existir. Eu que vos diga...e digo. 

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Literatura Paula Cardoso Literatura Paula Cardoso

A literatura negra tem casa própria e exclusiva em Portugal, e isso promete desalojar preconceitos 

Em 2019 começou por partilhar sugestões de livros, e reflexões sobre a falta de diversidade, autoral e temática, no mundo editorial. De conteúdo em publicação, desbravou páginas, capítulos e títulos, popularizando-se como a autora do “Quem me Lera”, projecto que se tornou assinatura e marca digital. Tradutora, revisora e editora, Elga Fontes lidera agora uma nova chancela – a Kiala – onde o catálogo e a sua produção se constroem a partir de talentos negros. O Afrolink apresenta-lhe esta novidade, que se estreia no mercado com a obra “Feminismo na Periferia”, já à venda, e com apresentação marcada para as 18h30 de 11 de Junho, na Casa do Comum, em Lisboa.

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Reportagem, Educação Paula Cardoso Reportagem, Educação Paula Cardoso

Centrar os estudos no aluno para dar a volta ao meio – como a Gulbenkian quer alargar o mapa do sucesso escolar 

De portas abertas desde o final do ano passado, os Centros de Estudo Gulbenkian acompanham 75 alunos de três bairros da Área Metropolitana de Lisboa, onde as carências socioeconómicas andam de mãos dadas com elevadas taxas de insucesso e abandono escolar. A intervenção, implementada em articulação com agrupamentos de escolas, e a parceria de entidades locais, pretende transformar essa realidade, através de uma rede de dezenas de explicadores, a aposta em três disciplinas – Português, Inglês e Matemática – e o envolvimento das famílias e comunidades. O Afrolink foi até ao bairro do Vale da Amoreira, no município da Moita, para saber mais sobre esta proposta de mudança. 

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Iniciativa, Participação Afrolink Iniciativa, Participação Afrolink

Como podemos melhorar o serviço de imigração em Portugal? Assembleia de Cidadãos Migrantes responde

O tema das Migrações está a marcar o debate público, mobilizando – e polarizando – as agendas políticas e mediáticas.  Entre propostas de alterações legislativas, actualizações estatísticas dos novos fluxos migratórios, e análises sobre o seu impacto no tecido social e serviços públicos, o que têm a dizer os imigrantes que vivem no país? A I Assembleia de Cidadãos Migrantes compromete-se a ouvir e a fazer ouvir os contributos de quem deixou um mundo para trás e escolheu Portugal para viver. 

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Actualidade Afrolink Actualidade Afrolink

PSP desmente André Ventura: cidadãos ajudaram agentes a sair de carro capotado - não o abalroaram

Nas últimas horas, o líder da extrema-direita parlamentar divulgou, nas suas redes sociais, um vídeo com a seguinte legenda: “Na Cruz de Pau (Seixal) um grupo de bandidos perseguiu e abalroou um carro de polícia”. A mensagem, rematada com um apelo à reflexão -“As imagens (...) deviam fazer-nos pensar na selva em que Portugal se está a tornar sem que ninguém faça nada” - foi rapidamente disseminada por outros políticos e fiéis do Chega, unidos na distorção da realidade.  Em busca dos factos, o Afrolink, questionou a  PSP que, através do seu núcleo de imprensa e comunicação institucional, desmente a ficção criada por André Ventura. 

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Entrevista, Dança Rede Afrolink Entrevista, Dança Rede Afrolink

David J. Amado: “Preferia ser atacado e até morrer como sou, do que viver como alguém que não sou”

“A Água Me Leva” é o mais recente filme de David J. Amado, tendo estreado em março em Lisboa, no Avenidas - Um Teatro em Cada Bairro, no âmbito do projeto “Democracy em in Action”. Seguiram-se outras exibições na Casa Capitão e na Associação Passa Sabi, a que se junta uma nova no próximo sábado, 2 de maio, na Rádio Quântica. Após ter assistido à última apresentação, o Afrolink encontrou-se com o produtor, bailarino, e artista na Fundação Gulbenkian. Uma oportunidade para falarmos sobre esta curta-metragem, que vai fazer parte de um projeto maior, intitulado “Depois do Norte”, mas também para conversarmos sobre o livro “Desprotegidos”, que se prepara para lançar.

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Opinião, Denúncia Paula Cardoso Opinião, Denúncia Paula Cardoso

Fui condenada a pagar 26 mil euros de rendas já pagas, por omissão de notificação – onde fica o meu direito à defesa?

À luz da lei existe notificação tácita? Não deve a mesma ser explícita? Não tem o Estado o dever de provar, de forma cabal, que notifica os cidadãos antes de presumir seja o que for? Como entender que a notificação de atribuição de um apoio jurídico seja comunicada de forma expressa e com indicação de prazos de recurso, e que a notificação de não atribuição – aquela que efectivamente atira o cidadão para uma situação de desprotecção jurídica – não o seja? Continuo sem respostas. Continuarei à procura delas. Pela restituição do meu direito à defesa.

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Opinião, Denúncia Paula Cardoso Opinião, Denúncia Paula Cardoso

Condenada a pagar 26 mil euros de rendas já pagas, porque a decisão – por mais injusta que seja – está “dentro da lei”

Inacreditável. Absurdo. Distópico. Quando acabarem de ler este texto, talvez vos ocorram outros adjectivos para juntar ao meu actual estado de perplexidade jurídica. Inquilina sem qualquer renda em atraso, mas desde 2024 em disputa com a empresa-senhoria – por esta, à margem das normas, tentar impor a lei do mais forte –, encontro-me na circunstância bizarra de ter sido condenada a pagar cerca de dois anos de rendas já liquidadas. Esta é a crónica de um naufrágio pelo Portugal dos pergaminhos.

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Agenda, Vidas Negras Paula Cardoso Agenda, Vidas Negras Paula Cardoso

Afrolink junta-se à Casa Capitão, com Mercado, O Tal Podcast, Cinema e Exposição

No próximo Dia Internacional para a Eliminação da Discriminação Racial, que se assinala a 21 de Março, o Afrolink junta-se à Casa Capitão, para um sábado de consciencialização e celebração. O programa tem como mote o poema “Deixa Passar o meu Povo”, da moçambicana Noémia de Sousa, numa homenagem que evoca o centenário do seu nascimento, e comemora também o Dia Mundial da Poesia, igualmente assinalado a 21 de Março. Entre a luta anti-racista e a poesia, as actividades começam às 11h, com uma edição especial do Mercado Afrolink, e terminam às 20h, com um tributo à presença negra em Portugal, decorrente da última comemoração do “Black History Month”.  Pelo caminho, teremos um episódio ao vivo de O Tal Podcast, seguido de uma sessão de curtas-metragens, encerrada numa conversa com os autores, integrada no projecto “Democracy in Action”. A entrada é livre, e o repto colectivo: “Deixa Passar o meu Povo”, poetizava Noémia de Sousa, inspirando-nos a reconhecer os marcos racistas do passado, a confrontar as marcas raciais do presente, e a assumir as nossas vozes para contar e cantar os amanhãs! Em união. Vamos!

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Entrevista, Política Afrolink Entrevista, Política Afrolink

Eva Cruzeiro: “É de um enorme simbolismo ter alguém do hip-hop na Assembleia da República”

Depois de ter dado muito que falar como a grande sensação das listas do PS às últimas Legislativas, Eva Cruzeiro destaca-se como uma das deputadas mais ativas da Assembleia da República, no combate à extrema-direita parlamentar. Firme nas suas intervenções, a também rapper, ativista e investigadora recebeu o Afrolink na ‘Casa da Democracia’, para uma entrevista em que fala do seu papel na política e do impacto do seu mandato, ao mesmo tempo que reflete sobre o enfraquecimento dos partidos tradicionais, e a responsabilidade dos democratas e da comunicação social para a polarização e normalização do discurso de ódio. Sem recuos, afirma: “O hip-hop formou-me, blindou-me, fortificou-me e preparou-me muito bem para lidar com tudo isto”.

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Cinema, Entrevista Rede Afrolink Cinema, Entrevista Rede Afrolink

Welket Bungué: “Sou sujeito e objeto daquilo que estou a registar”

"Contemplação Impasse Tentativa” é o mais recente filme de Welket Bungué, estreado em Outubro do ano passado em Portugal, no Festival Internacional de Cinema Doc Lisboa. Com a Guiné-Bissau como palco, a curta-metragem transporta-nos para a atualidade do caos de uma feira, epicentro de uma série de observações sobre o passado político, marcado pela luta de libertação, e a presente governação, manchada de autoritarismo. Cinquenta e dois anos depois da Independência, o que o povo diria a Amílcar Cabral diante da questão: “Como é que veem o país neste momento, relativamente ao país pelo qual lutámos e sonhámos?”. Sem perder de vista o olhar sobre o futuro, Welket usa o cinema como resistência, e faz do telemóvel uma força de intervenção. Para conhecer nesta conversa conduzida pela estudante Naya Chardon, de 16 anos, que partilha com o Afrolink, o resultado de um encontro com o ator, performer, modelo e realizador.

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Opinião Paula Cardoso Opinião Paula Cardoso

A democracia somos nós, a anti-democracia também. O que o futuro nos reserva?

Numa acção de campanha de Catarina Martins, candidata que tem o meu apoio à Presidência da República, tive a oportunidade de fazer uma intervenção sobre o momento político que vivemos, de recuo democrático e avanço fascista. Aconteceu no passado dia 8, no Clube União Banheirense "O Chinquilho", na Moita, e partilho agora, em vésperas de eleições, a minha intervenção, para recordar que a Democracia somos nós. Votemos por ela! Eu voto com a Catarina! Para que Viva a Democracia.

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