ARTIGOS
Miss aos 52 anos, Natália Cardoso quer impulsionar sonhos de outras mulheres
A cabo-verdiana Natália Cardoso conquistou, em Maio, duas faixas no concurso Miss Kamakosa 51 Shine: sagrou-se Miss Sénior 50+ e Miss Fotogenia. Hoje 'desfila' n’ O Lado Negro da Força.
O programa que celebra as mulheres africanas: Juntas “re-existimos”
O grupo MIPP – Mulheres Imigrantes dos PALOP em Portugal apresenta, em parceria com outras entidades, quatro dias de programação, em Lisboa, para celebrar o Dia da Mulher Africana.
E o cabaz solidário vai para…veja aqui qual foi o número sorteado
E o cabaz solidário vai para…o número 26. Termina assim o sorteio que marcou as últimas duas semanas da campanha de crowdfunding lançada por Elda Joaquim, criadora da Kapulana San.
Dia Internacional Nelson Mandela, o homem que redefiniu o perdão
Hoje assinala-se o Dia Internacional de Nelson Mandela, em alusão à data do seu nascimento, a 18 de Julho de 1918. Celebramos, a partir de uma reportagem publicada no jornal Agora.
Hoje nasce o Oniki, para que “cada mulher se sinta representada e inspirada”
O projecto Oniki, criado por Vânia Silva, apresenta hoje, 15 de Julho, das 19h às 21h30, em Carnaxide, o seu primeiro evento, sob o mote “Mulheres Africanas: Fortalecendo a Liderança Feminina”.
Da Sociologia para a Rádio, Tomé Ramos projecta a voz em “Desconstruir”
Licenciado em Sociologia, mestre em Marketing, Tomé Ramos encontrou na Rádio mais uma via de realização profissional, concretizada no programa “Desconstruir".
Julgamento de Mamadou Ba segue para as alegações finais – Vamos!
O julgamento de Mamadou Ba, por difamação e calúnia do cadastrado nazi Mário Machado, segue na próxima sexta-feira, 14, às 14h, no Campus da Justiça, em Lisboa, para as alegações finais.
Candidaturas abertas para o Laboratório de Arte Cuír e Resistência
Destinado a artistas que se auto-identificam como pessoas cuír negras/racializadas, de qualquer idade, área e nível artístico, o Laboratório de Arte Cuír e Resistência apresenta-se.
Na “ferida” de Marcos Bëst há poesia, com reflexão e crítica social
Filho de pai moçambicano e mãe madeirense, Marcos Bëst é reconhecido por traduzir para arte as suas vivências e experiências nos subúrbios de Lisboa. Hoje em foco n’ O Lado Negro da Força.