ARTIGOS
Da Sociologia para a Rádio, Tomé Ramos projecta a voz em “Desconstruir”
Licenciado em Sociologia, mestre em Marketing, Tomé Ramos encontrou na Rádio mais uma via de realização profissional, concretizada no programa “Desconstruir".
Julgamento de Mamadou Ba segue para as alegações finais – Vamos!
O julgamento de Mamadou Ba, por difamação e calúnia do cadastrado nazi Mário Machado, segue na próxima sexta-feira, 14, às 14h, no Campus da Justiça, em Lisboa, para as alegações finais.
Candidaturas abertas para o Laboratório de Arte Cuír e Resistência
Destinado a artistas que se auto-identificam como pessoas cuír negras/racializadas, de qualquer idade, área e nível artístico, o Laboratório de Arte Cuír e Resistência apresenta-se.
Na “ferida” de Marcos Bëst há poesia, com reflexão e crítica social
Filho de pai moçambicano e mãe madeirense, Marcos Bëst é reconhecido por traduzir para arte as suas vivências e experiências nos subúrbios de Lisboa. Hoje em foco n’ O Lado Negro da Força.
“A radical imaginação política das mulheres negras brasileiras” que se lê
O Espaço Santa Catarina, em Lisboa, recebe na próxima sexta-feira, 7, às 18h, a apresentação do livro “A radical Imaginação política das mulheres negras brasileiras”, mote para uma conversa.
Neste cabaz cabem 380 euros solidários, e isso pode valer uma casa
Cerca de 20 marcas com presença no Mercado Afrolink unem produtos para apoiar a campanha de crowdfunding lançada por Elda Joaquim, uma das empreendedoras desta rede de negócios.
Lisboa sem Memorial às Pessoas Escravizadas por "má-fé da Câmara"
A Djass – Associação de Afrodescendentes acusa a Câmara de Lisboa de travar a implantação do Memorial às Pessoas Escravizadas, num comunicado que o Afrolink divulga.
Julho começa com Mercado Afrolink, e obras de autoria negra e feminina
Sábado e domingo, dias 1 e 2 de Julho, temos Mercado Afrolink, programa que inclui, amanhã às 15h, uma sessão literária dinamizada pelo Lado Negro da Força. A entrada é livre.
Júlia M. Tavares faz do jornalismo ferramenta contra a discriminação
Natural de Braga, onde se formou em Ciências da Comunicação Júlia M. Tavares é filha de mãe cabo-verdiana e pai guineense, raízes a que nos ligamos a partir das 21h, n’ O Lado Negro da Força.