ARTIGOS
Julgamento de Mamadou Ba segue para as alegações finais – Vamos!
O julgamento de Mamadou Ba, por difamação e calúnia do cadastrado nazi Mário Machado, segue na próxima sexta-feira, 14, às 14h, no Campus da Justiça, em Lisboa, para as alegações finais.
Candidaturas abertas para o Laboratório de Arte Cuír e Resistência
Destinado a artistas que se auto-identificam como pessoas cuír negras/racializadas, de qualquer idade, área e nível artístico, o Laboratório de Arte Cuír e Resistência apresenta-se.
Na “ferida” de Marcos Bëst há poesia, com reflexão e crítica social
Filho de pai moçambicano e mãe madeirense, Marcos Bëst é reconhecido por traduzir para arte as suas vivências e experiências nos subúrbios de Lisboa. Hoje em foco n’ O Lado Negro da Força.
“A radical imaginação política das mulheres negras brasileiras” que se lê
O Espaço Santa Catarina, em Lisboa, recebe na próxima sexta-feira, 7, às 18h, a apresentação do livro “A radical Imaginação política das mulheres negras brasileiras”, mote para uma conversa.
Neste cabaz cabem 380 euros solidários, e isso pode valer uma casa
Cerca de 20 marcas com presença no Mercado Afrolink unem produtos para apoiar a campanha de crowdfunding lançada por Elda Joaquim, uma das empreendedoras desta rede de negócios.
Lisboa sem Memorial às Pessoas Escravizadas por "má-fé da Câmara"
A Djass – Associação de Afrodescendentes acusa a Câmara de Lisboa de travar a implantação do Memorial às Pessoas Escravizadas, num comunicado que o Afrolink divulga.
Julho começa com Mercado Afrolink, e obras de autoria negra e feminina
Sábado e domingo, dias 1 e 2 de Julho, temos Mercado Afrolink, programa que inclui, amanhã às 15h, uma sessão literária dinamizada pelo Lado Negro da Força. A entrada é livre.
Júlia M. Tavares faz do jornalismo ferramenta contra a discriminação
Natural de Braga, onde se formou em Ciências da Comunicação Júlia M. Tavares é filha de mãe cabo-verdiana e pai guineense, raízes a que nos ligamos a partir das 21h, n’ O Lado Negro da Força.
Celebrar os portugueses ciganos, evocando 500 anos de perseguição
Petição online propõe que no biénio 2025-2026 o país assinale o quinto centenário da perseguição aos portugueses ciganos. A iniciativa junta cerca de 140 cidadãos e está a recolher assinaturas.