ARTIGOS
Cinema angolano para ver em Lisboa, entre debates e obras de arte
Angola é o país convidado da 8.ª edição do “Arquiteturas Film Festival Lisboa”, que decorre a partir de amanhã, 1, no Cinema São Jorge. A sessão de abertura está marcada para as 19h30.
História para ler em crioulo forro, ao encontro da tradição oral santomense
O livro “Estória da Tartaruga e do Tluqui Sum Deçu”, editado em crioulo forro e em português, com versão de Aldina Espírito Santo, vai ser lançado em Lisboa, no próximo dia 5 de Junho.
O chá de Yonara Mateus tem muito saber, que se partilha em inglês
Da licenciatura em Reabilitação Psicomotora até à criação do seu negócio, Yonara Mateus transformou cerca de seis anos de experiência em formação num método inovador de ensino do inglês.
Um ano depois do assassinato de George Floyd, o que mudou?
Na passada terça-feira, 25, cumpriu-se um ano desde o brutal homicídio de George Floyd, às mãos do então agente Derek Chauvin. Podemos falar de uma mudança pós-Floyd?
A vida de Eduardo Marinho já deu dois filmes – para observar e absorver
Chamam-lhe “filósofo das ruas”, “guru”, “revolucionário”, mas também “louco” e “perdidão”. Habituado a libertar-se desse e de outros rótulos, Eduardo Marinho, apresenta-se como “pensador”.
Artista René Tavares reflecte sobre memória, património e miscigenação
“In Memory We Trust” é o nome da exposição do artista plástico René Tavares, que terá lugar em simultâneo em Luanda e Lisboa, na galeria de arte contemporânea This is Not a White Cube.
Pensar África no pequeno ecrã, a partir de quatro realidades nacionais
O Black Excellence Talk Series encerra esta noite a 2.ª temporada, com um programa à medida da celebração do Dia de África, que hoje se assinala. Para ver pouco depois das 21h30, na RTP África.
Notas do julgamento do assassino de Candé: “Trazê-lo de volta do impossível”
Vanda Marques da Silva, das poucas pessoas que puderam entrar na sala de audiências, partilha com o Afrolink as notas da terceira sessão do julgamento do assassino confesso de Bruno Candé.
As rastas de Fábio Évora ganham dimensão com a Mad Locks
O que começou por diversão, porque estava “uma beca perdido”, transformou-se num ganha-pão, e hoje, com 31 anos, Fábio Évora é dono da Mad Locks, um negócio de elaboração de rastas, em Queluz.