Convite para “Pensar o colonialismo em voz alta”, na Casa Capitão
Amanhã, 17, a partir das 20h30, a Casa Capitão, em Lisboa, acolhe a 3.ª edição das Residências Insubmissas Gerador, desta vez dedicada à discussão sobre o colonialismo, “procurando reflectir como as narrativas coloniais continuam a moldar desigualdades, no espaço digital, em estruturas de poder, em práticas do quotidiano e de tantas outras formas frequentemente ignoradas no espaço público”. A entrada é livre.
Cartaz da autoria de Diogo “Gazella” Carvalho
Qual o mapa actual dos legados coloniais? Com uma perspectiva crítica sobre direitos humanos e o passado colonial português, a jornalista Joana Gorjão Henriques propõe, a partir das 20h45, um mapeamento dos legados coloniais na sociedade contemporânea, explorando como persistem nas instituições, na linguagem, na cultura visual e no quotidiano”.
O momento, antecipa-se na mensagem de divulgação da iniciativa, vai decorrer em inglês, e é antecedido, às 20h30, de uma breve introdução ao projeto o LEAP - Legacy in Progress – onde se enquadra esta programação.
Também em inglês, a noite prossegue com a investigadora Patrícia Ferraz Matos, que vai abordar “A persistência do lusotropicalismo”. Antes do DJ set de Nana, marcado para as 23h, o tema “Colonialismo na cultura digital”, vai juntar à conversa, em português, Fábio Silva, criador da Biblioteca Negra, Neusa Sousa, do Chá de Beleza Afro, e Raquel Nhaga, do Dar à Língua Podcast. A moderação é de Eliana Silva.
A acompanhar os diferentes momentos estará a ilustradora Emma Make, que vai criar uma imagem para traduzir a sua visão da noite, inserida na 3.ª edição das Residências Insubmissas Gerador, espaço de programação regular da plataforma Gerador na Casa Capitão.
Mais informações: https://gerador.eu/residencias-insubmissas-gerador/
Morada: Casa Capitão, Rua do Grilo 119, 1950-146 Lisboa