“O Fundo do Mundo” revela-se em Sintra, pela arte de Grada Kilomba
A Albuquerque Foundation, em Sintra, inaugura no próximo dia 30, a exposição “O Fundo do Mundo”, de Grada Kilomba. Esta será a primeira grande exposição individual da artista em Portugal, em quase uma década, “na qual levanta uma inquietante e urgente questão filosófica: O que o fundo do mar nos diria amanhã, se esvaziado de água hoje?”.
Imagens extraídas da página de divulgação da exposição “O Fundo do Mundo”, alojada na Albuquerque Foundation
Grada Kilomba | Compressed Time, 2024 | Vista da instalação no Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia, Madrid | © Joaquín Cortés & Román Lores | Cortesia da artista
Imagem de capa: Grada Kilomba | Opera to a Black Venus, 2024 | Cortesia da artista
Com esta proposta, que poderá ser visitada até 26 de Setembro, a artista convida-nos “a imaginar uma paisagem futurística onde o fundo do mundo é um lugar de memória”, lê-se ns sinopse.
Mais do que “um arquivo de sedimentações e transformações geológicas”, Grada apresenta o leito dos oceanos como “um repositório de rotas e rastros de actividades humanas, muitas vezes bárbaras e violentas – da escravatura ao colonialismo, das múltiplas guerras às crises climáticas e actuais genocídios trágicos”.
Autora da aclamada obra “Memórias da Plantação”, e “reconhecida pela sua prática subversiva e singular de storytelling, Kilomba dá corpo, voz, forma e movimento a histórias silenciadas”.
Em “O Fundo do Mundo” a artista apresenta uma selecção significativa das suas peças.
Horários:
De terça-feira a domingo, das 10h às 18h
Encerra à segunda-feira
Morada: Rua António dos Reis, 189, 2710-302 Sintra, Portugal